Gestão de acessos ao PJe e tribunais: os erros mais comuns
Senhas compartilhadas, certificados vencidos e falta de auditoria. Identifique os problemas e resolva de vez.
O PJe e outros sistemas de tribunais são ferramentas críticas para escritórios de advocacia. Mas a forma como a maioria dos escritórios gerencia o acesso a esses sistemas é, na melhor das hipóteses, improvisada. Na pior, é um risco concreto para a segurança dos processos e dos clientes.
O erro mais comum é compartilhar uma única credencial entre vários advogados. Isso elimina qualquer possibilidade de rastreamento: se algo der errado — uma petição protocolada com erro, um prazo perdido, um acesso indevido — não há como saber quem acessou o sistema. A responsabilidade fica difusa e incontrolável.
Outro problema frequente é o uso de certificados digitais vencidos ou próximos do vencimento. Sem um sistema de gestão, a renovação depende de lembretes informais — um post-it na tela, um lembrete no celular. Invariavelmente, alguém descobre que o certificado venceu no meio de um prazo fatal.
A falta de auditoria é o terceiro erro crítico. Sem registros de acesso, o escritório não consegue comprovar quem fez o quê em caso de contestação, investigação disciplinar ou questionamento do cliente. Em um cenário onde a OAB pode exigir comprovação de quem acessou um processo, não ter logs é indefensável.
Há também o problema da multiplicidade de sistemas. PJe, e-SAJ, PROJUDI, e-Proc, TJDFT — cada tribunal tem seu sistema, cada um com credenciais diferentes. Gerenciar tudo isso manualmente é um convite ao caos. Senhas se repetem, se perdem, se confundem.
Implementar uma gestão centralizada resolve todos esses problemas simultaneamente: cada advogado tem seu próprio acesso, certificados são monitorados automaticamente, todos os acessos ficam registrados com data, hora e IP, e o escritório tem visibilidade total sobre quem acessa o quê.
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